Economia

PANDEMIA - 100 DIAS 01/07/2020 11:27 madeiraoweb.com.br

Jornal destaca fracasso do lockdown em Rondônia

Terça-feira, 30 completou 100 dias de pandemia da Covid-19 em Rondônia
A data foi marcada pelo segundo lockdown em Porto Velho. Mas a medida funciona na prática? Questiona o " Madeirão", apresentando números intrigantes.

Pela segunda vez implementado na capital o lockdown mais uma vez leva um nome diferente.

No dia 06 de Junho o governo decretou o “isolamento restritivo” para freiar avanço do Corona Vírus em Porto Velho e Candeias, que durou até o dia 14 daquele mês.

No início da tarde de segunda-feira, dia 29, autoridades decidiram novamente pela medida restritiva. Um tipo de “Lockdown Light”, mas dessa vez, por 14 dias.

A medida divide opiniões quanto à sua eficácia e é duramente criticada pelos empresários.

Analisando o cenário, como quem não tem um cavalo nessa corrida, e olhando apenas para os números, poderemos ter uma visão menos turva do cenário.

Para isso, iremos analisar os números desde o inicio do primeiro lockdown, até uma semana após o dia 14, quando o comercio foi reaberto.

Os gráficos com os números sobre os vários aspectos da pandemia, não evidenciam vantagens ao fechamento do comércio no combate à doença.

A média diária de mortes não diminuiu.

Pelo contrário, saltou de 8,8 antes, para 10,6 durante e 12,5 após o período de restrições.

Pessoas infectadas eram, em média, 302 por dia, antes, subiu para 462 durante e saltou para 455 casos confirmados por dia, na semana seguinte.

Essa tendência segue sem alterações nos dias seguintes.

O flagrante fracasso do primeiro lockdown não impediu de que um novo período de regras mais rígidas fosse implantado. E agora com o dobro do prazo. Duas semanas. E não apenas para Porto Velho e Candeias, como da primeira vez, mas em 25 municípios.

“Lockdown não controla contaminação e ainda alimenta o desemprego” assevera uma reportagem do Repórter Diário, mencionado que “Experiências anteriores mostram que lockdown não resolve o problema da contaminação e ainda cria o desemprego em asfixiante proporção.

A reportagem afirma que “Equivocadas decisões dos administradores regionais desembocaram no fechamento de 1,2 milhão postos de trabalho em abril e maio passados. Junho caminha no mesmo padrão”.

 


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