O ex-assessor de Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Eduardo Tagliaferro, afirmou ter deixado o Brasil rumo à Itália, onde estaria refugiado, alegando temer por sua segurança e a de sua família. Tagliaferro afirma ser vítima de perseguição política e promete revelar bastidores e fraudes supostamente cometidas no gabinete de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e atual figura central em diversas controvérsias judiciais e diplomáticas.


🎙️ Declarações e denúncias

Em entrevista à revista Timeline e em vídeos divulgados nas redes sociais, Tagliaferro declarou:

“O gabinete de Moraes no STF só se ocupava de temas ligados à direita. Nunca vi nada de esquerda sendo processado ou discutido lá.”

Além disso, o ex-assessor afirmou que:

  • Moraes teria ordenado a exclusão de dados e documentos comprometedores de sistemas oficiais;

  • Havia operação sistemática para censurar e perseguir adversários políticos sob o pretexto de “combate à desinformação”;

  • Ele mesmo teria sido testemunha de abusos administrativos e decisões ilegais dentro do gabinete do ministro;

  • Já comunicou senadores brasileiros sobre os riscos que estaria correndo e planeja entregar provas em breve.


🧾 Quem é Eduardo Tagliaferro?

  • Ex-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação no TSE;

  • Considerado homem de confiança de Moraes nos bastidores do Judiciário;

  • Foi indiciado pela Polícia Federal (detalhes ainda sob sigilo) e decidiu sair do país após, segundo ele, perceber que sua integridade física e liberdade estavam ameaçadas;

  • Agora, busca asilo e apoio internacional para revelar o que afirma ser um “aparelho de perseguição política institucionalizado”.


📌 Contexto: crise entre Judiciário e EUA

As denúncias de Tagliaferro surgem no mesmo dia em que os Estados Unidos anunciaram sanções econômicas e digitais contra Alexandre de Moraes, no âmbito da Lei Global Magnitsky. A medida, inédita na história do Brasil, coloca Moraes na mesma categoria de figuras internacionais acusadas de abuso de poder, perseguição política e violação dos direitos humanos.

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