O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou nesta segunda-feira (29) a aceitação do plano proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o objetivo de encerrar a guerra em Gaza, que completará dois anos na próxima semana.

O plano prevê medidas como: reconstrução e desmilitarização de Gaza, repatriação de reféns de ambos os lados, desarmamento do Hamas, envio de ajuda humanitária e a criação de um Conselho de Paz liderado por Trump e outros líderes internacionais, incluindo o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.

O acordo recebeu aprovação de outros países da região, como Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes, Egito, Paquistão e Jordânia. Durante a coletiva de imprensa realizada na Casa Branca, Netanyahu confirmou que Israel está comprometido com o plano.

O Hamas ainda precisa aprovar o acordo. Caso rejeite, Netanyahu afirmou que Israel “finalizará o trabalho”, enquanto Trump alertou que o grupo será o único a sofrer consequências se não aceitar o plano.

A guerra em Gaza teve início em 7 de outubro de 2023, após um ataque do Hamas contra Israel. Desde então, os confrontos já deixaram mais de 60 mil mortos na região.

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