A Casa Civil da Presidência da República e o Ministério das Relações Exteriores estão avaliando medidas para pressionar a empresa Líder, responsável pelo serviço de táxi aéreo no aeroporto de Belém, a reduzir os valores cobrados pelo estacionamento de aeronaves particulares durante a COP30.
Segundo levantamento feito pelo governo, a empresa estaria cobrando cerca de US$ 400 mil (R$ 2,1 milhões) para “hospedar” cada avião em seu hangar, o que configura o preço mais alto do mundo para esse tipo de serviço.
Procurada, a Líder não confirmou os valores apontados e afirmou que sua precificação reflete os custos operacionais envolvidos no serviço.
O governo avalia alternativas para reduzir despesas e garantir maior acessibilidade às delegações internacionais que chegarão a Belém para a conferência climática.





